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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Trens da Central, poderão ter problemas até 2014


Nos últimos dias, problemas técnicos que motivaram o fechamento de estações de trem no Grande Rio, comprometendo o ramal de Queimados para a Central do Brasil, provocaram revolta da população e um grande quebra-quebra.

Segundo informações do governo fluminense, os problemas poderão continuar por até dois anos, e isso mostra o quanto a privatização, mais uma vez, não deu certo, diante dos desserviços dos empresários que primeiro pensam em lucro para depois pensar se vão ou não atender ao interesse público. E o quanto interesses políticos, econômicos e tecnocráticos não são sinônimos de interesse público.

A revolta é comparável à de muitas outras, até mesmo a do quebra-quebra na Estação das Barcas de Niterói, em 1959, provocada por um reajuste das passagens para compensar, em tese, o péssimo serviço do transporte. E, daqui a poucos dias, um reajuste "monstro" das barcas do Rio para Niterói ocorrerá. A Praça Araribóia ira "ferver" mais uma vez, após 53 anos?

O que se sabe é que o descaso político administrativo do grupo de Eduardo Paes e Sérgio Cabral Filho, que resultou nesse verdadeiro "genocídio culposo" da falta de condições de atendimento em hospitais públicos, nas explosões de bueiros, nas tragédias dos edifícios, entre outros episódios infelizes.

Só que não podemos criticar esse grupo político, porque uma "elite" de busólogos, com muito medinho, sai reclamando, uns dizendo que "sentem nojo", outros fazendo baixaria (como humilhar a solteirice de outros, sem imaginar que um "pegador" de hoje, dependendo da conduta, pode ser o "encalhado" de amanhã, de forma pior do que aqueles que ele humilhava), outros disparando palavrões.

Serão esses os busólogos que se apresentarão às autoridades estrangeiras em 2014 e 2016? A arrogância dessa minoria, que apoia o lamentável sistema de transporte carioca - no caso municipal, com a já fracassada (apesar de prevalecente) medida da padronização visual - , mancha a busologia fluminense e afasta ou impõe cautela a outros busólogos fluminenses que sensatamente não compactuam com esse estrelismo todo.

Sorte que os busólogos arrogantes vivem um semi-anonimato. Nas redes sociais, eles são "reis", "donos" da verdade. Mas, nas ruas, se forem reconhecidos, teriam que pedir proteção, porque a opinião pública não tolera gente que age com arrogância e desrespeito a quem não concorda com seus pontos-de-vista anti-democráticos. 
 
Fonte: Menos Automóveis

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